Como todos sabemos, a coccidiose não dá trégua. É persistente, adaptável e custosa — e, sem um planejamento cuidadoso, mesmo os melhores ionóforos e anticoccidianos sintéticos podem perder sua eficácia com o tempo. A sessão de hoje é dedicada a entender como proteger as ferramentas que utilizamos e como criar programas de rotação que mantenham a eficácia, promovam a saúde intestinal e reduzam a volatilidade do desempenho ao longo do ano. Vamos analisar o que significa, de fato, rotação a longo prazo — não apenas trocar produtos sazonalmente, mas também desenvolver programas que considerem a pressão do patógeno, o histórico da granja, a dinâmica da resistência, a prevalência de espécies de Eimeria e os aspectos econômicos. Também discutiremos como aproveitar combinações, programas de alternância, ciclos de limpeza e restrições ao uso de antibióticos sem sacrificar a saúde ou a lucratividade das aves. Quer você gerencie um complexo, supervisione a produção ao vivo ou dê suporte de campo como veterinário ou nutricionista, você sairá com uma estrutura mais clara para escolher os anticoccidianos certos nos momentos certos — além de ferramentas práticas para avaliar a pontuação das lesões, as tendências de OPG e os sinais de desempenho, para que seu programa de rotação se mantenha à frente da resistência.
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